Uma das coisas que todo homem deve fazer antes de morrer é escrever um livro... é um velho bordão, tão velho quanto o livro em sí. Já parou para pensar que seu livro não será bem um liiiivroooo?
O Ipad não foi o monstro devorador de livros e kindles que se esperava, mas, de um jeito ou de outro a Apple mudou o mundo mais uma vez. O Ipod Touch de Itú é o norte para uma nova indústria e vossa senhoria muito provavelmente terá um tablet, com ele em mãos, lerá cada vez menos em papel.
Chega a ser meio utópico imaginar o livro como algo em desuso. Desconsiderando papiros,pergaminhos,tábuas e livros replicados por monges masoquistas, contando a história do livro a partir do advento da impressão(1405) temos ai uns bons 600 anos de letras no papel, como isso pode se juntar ao hall das grandes coisas do passado?
Difícil, mas o primeiro passo foi dado. E sim, seu livro será lido em uma tela, não porque os livros vão acabar, mais um vez aquele bla,bla,bla de morte de formatos e sim pelo fato de ser infinitamente mais fácil e barato publicar e vender só em formato digital, veja o boom de desenvolvedores para iphone, imagine a possibilidade de fazer o mesmo com livros, a infinidade de novos autores que terão uma chance de comercializar suas obras, a quantidade de conhecimento gerado... imagine o potencial da plataforma.
Por muitas décadas vivemos um cenário de comunicação unilateral. TV, Cinema, Rádio, Jornais e revistas eram, e ainda são, mídias de mão única. A informação chegava e o máximo de interação que você teria com ela era discutir numa mesa de bar se aquele centro avante do corinthians era tão bom quanto o colunista do caderno de esportes dizia.
A internet nasceu e foi aos poucos mostrando sua mágica, como um controle remoto universal, literalmente falando, universal. Pela primeira vez podíamos fazer mais que mudar de canal, podíamos ser alguém, podíamos fazer alguém, podíamos ter acesso a putaria sem constrangimento, podíamos exercer a democracia onde ela não existe, podíamos tudo... Com toda essa magia que os mais novas não se dão conta (falo isso no auge dos meus 23 anos) a internet foi caminhando para o mainstream e cresceu ao ponto de se agigantar frente as mídias tradicionais.
Muito já se debateu sobre a voracidade do buraco negro chamado internet, que engoliria o pobre jornal, fragmentaria a indústria da música. E o cinema? Pobre cinema... Teria toda sua luz sugada até ficar tão escuro quanto uma bandeira pirata.
Vivemos uma fase de transição, falar em morte de formatos ,além do clichê é algo muito complexo, onde começa um novo formato e onde termina o outro? Esses dias O Globo inaugurou sua versão para Kindle, agora posso ter o "jornal" de maneira pratica, rápida e digital, não preciso se quer levantar minha bunda magra da cama para ter acesso as ultimas notícias do Brasil e do mundo. Para que raios vou gastar meu tempo, dinheiro, energia e ainda matar um eucalipto para ter o deleite de ler as notícias numa folha?
Alguém vai indagar: “ah... então o jornal impresso vai morrer?!” talvez, mas não hoje, não amanhã, não nesse século. O mesmo roteiro de novela mexicana se aplica nos demais formatos afrontados pela internet.
Com ou sem morte de formatos, caminhamos para a convergência, a internet será a mídia definitiva por onde será propagado tudo.
Procure o nerd dentro de você, vai valer a pena, acredite.
A crise global foi um belo chute na canela dos empreendedores, sobre tudo nos Estados Unidos e Europa onde a crise chegou com mais força. Vendas em baixa, demissões, concordatas e falências se transformaram em “Trending Topics”, como diria o twitteiro. Apesar das grandes turbulências sofridas na economia como um todo, o comercio eletrônico se manteve em ascensão, estimasse que em 2009 o segmento cresça cerca de 15% , nada mal se levarmos em conta o cenário vivido.
Enquanto o varejo tradicional encolhe, diminui oferta de produtos e demite funcionários o e-comerce vai na linha contrária, cresce, contrata e expande a gama de produtos apostando no long tail. O receio de fraudes e os preços pouco competitivos ficaram para traz, os baixos custos de manutenção e o aumento no volume de vendas fecham um círculo perfeito de crescimento ( menos custos + boas vendas = menor preço = mais vendas) que não deverá desacelerar tão cedo.
O varejo tradicional (lojas,shoppings,hiper-mercados...) não deixará de existir, a experiência de compra, de tocar, de ver, de interagir com o produto é incomparável, não tem como dizer que meia dúzia de fotos e um FAQ terão o mesmo efeito, porém, caminhamos para um ponto em que possuir um e-commerce será tão importante quanto uma loja física, a fatia da venda online será equivalente a venda de balcão, tornando-se essencial para sobrevivência da empresa. A geração Ipod vem amadurecendo, logo-logo atingirá a vida economicamente ativa e junto com ela “mentes digitais” não pensarão duas vezes na hora de economizar tempo.
Em parceria com a Nixus Soluções em comércio eletrônico, a Ponto Criativo fez um alicerce de grandes projetos na área como: Bestshoptv e Mega Livros. Se quiser aproveitar esse mercado que cresce absurdos 25% ao ano, a PC é uma boa pedida pra construir sua Loja na grande rede.
A computação em nuvem, do inglês cloud computing, é a definição para um modelo de computação baseado em uma rede massiva de servidores interconectados que se comunicam com clientes/estações. Esses clientes podem ser virtualmente qualquer dispositivo com o mínimo de recursos e uma interface de rede e ou de internet através da qual é feita a ponte entre as informações. O método consiste em deixar todo o trabalho pesado(armazenagem, processamento, segurança...) para os servidores o que traz uma série de benefícios que vão de uma TI mais verde com economia de energia a segurança e disponibilidade dos dados.
Esse modelo de computação proporciona uma quebra de paradigma na maneira como usamos nossos computadores e gadgets. Deixaremos de comprar softwares para contratar serviços, no lugar de estações caras e parrudas trabalharemos com thin clients com pouquíssima gordura, ao invés de servidores corporativos teremos mais internet rápida.
O clouding computing vem se mostrando uma forte tendência, nomes grandes como Intel, Microsoft e Google vêm apostando suas fichas nesse modelo de computação assim como pequenas e médias empresas que começam a migrar suas aplicações para a nuvem. Estamos entrando na era da mobilidade, a informação tem que estar acessível onde estivermos e no futuro assim será, não seja pego de surpresa. A Ponto Criativo prepara você e sua empresa para esse futuro, oferecemos consultoria e desenvolvimento para aplicações em cloud, entre em contato para maiores informações.